Farmacoeconomia

Prezados Amigos e Colegas,

Tem sido complicado parar para escrever, principalmente em função das atribuições e espaços conquistados.

A área de Engenharia em um Hospital tem ampliado muito as suas atribuições.

Muitos de nós tem desenvolvido trabalhos em áreas até então desejadas, mas não exploradas.

Felizmente, seja por oportunidade, ou por conquista, alguns tem trabalhado muito além do “Estraga X Conserta”.

Não que a manutenção não seja uma área rica em projetos, desafios e conquistas.

Mas, já estava na hora de fazermos algo mais, embora saibamos que isso requer tempo, dedicação e persistência.

Não é de hoje que muitos defendem que a Engenharia deve ficar próxima da Diretoria Financeira, seja em função dos custos ou dos investimentos.

Custo é como a maioria de nossos setores e nossos trabalhos são vistos.

Baixar custos virou nossa doutrina diária.

Investimento, ainda faz parte da vida de alguns poucos de nós.

Tanto para equipamentos, o que envolve não somente decisões técnicas e especificações alinhadas a cada realidade, quanto para obras ou reformas, que envolvem o Plano Diretor de cada Instituição.

Enfim, participar dos investimentos de pequeno até grande porte, é colocar-se um pouco mais próximo de decisões estratégicas de nossas Instituições.

Porém, há um outro caminho a ser explorado e que pode fazer parte da rotina dos custos e da estratégia dos investimentos.

Esse caminho é o da participação direta na operação da Instituição, através do estudo da remuneração dos equipamentos nos procedimentos hospitalares, ou a chamada Farmacoeconomia.

Sei que não é um caminho fácil e que a maioria de nós sequer tem condições de acompanhá-lo, mas é preciso trilhá-lo.

É fundamental para nosso futuro, seja nas Instituições Hospitalares ou nas empresas fornecedoras de equipamentos e acessórios, que possamos entender e discutir como funciona um sistema de remuneração por procedimento, por equipamento, taxas de salas cirúrgica, diárias de Internação, diárias de UTI e outras formas de remuneração dos nossos Investimentos.

Para cada operadora de saúde, cada Instituição de Saúde tem uma negociação diferente, uma nomenclatura às vezes específica e não padronizada e um resultado que nem sempre é baseado nem em custos, nem em valor de investimento, mas sim no que manda ou demanda o mercado.

Convoco aos interessados a discutir esse assunto.

Tenho estudado e me envolvido muito sobre isso nos últimos tempos.

Assim como a própria Engenharia Clínica estuda os demais assuntos, esse caso começa pelo ROI, pelo próprio investimento, passa pela manutenção, ciclo de vida, produção ou número de utilizações e seus desgastes e chega até as regras comerciais de mercado e a Farmacoeconomia.

Acredito que essa é uma área que poucos já tiveram oportunidade de participar, mas que há uma grande carência de informação que podemos suprir, inclusive reposicionando nossa atuação nas Instituições.

Coloco-me mais uma vez à disposição para discutir esse assunto.

Um grande abraço a todos.

Agradeço a contribuição e comentários de todos,  sobre o Blog e o Web-site.

Luciano Martins Gehrke

gehrkeluciano@hotmail.com

http://www.gerenciamentodecrise.com.br/site

https://engenharianasaude.wordpress.com/

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